Sentada com lápis e papel na mão [arcaico? Gosto da sensação de sentir o lápis correr e em cada traço uma letra formar, cada palavra e assim uma frase, pensamentos expostos].
Sem idéia do que fazer, pensar, dizer. Menta vazia, incapaz de propor qualquer assunto. Falta criatividade, falta discernimento, falta habilidade, falta de escolha, e por aí vai.
Processo criativo acabou!
Uma vez disseram-me que não existe período de falta de criatividade, que não há isto de não ter o que escrever. Ócio. Aaaahhh o ócio! Como é bom folgar, estado de inércia, ver o tempo correr sem nada fazer ou se preocupar com coisa alguma. Aproveitar as coisas fúteis da vida, um filme idiota, uma novela pior ainda, programas sem bom senso algum. Errado, detesto isto. Como é horrível querer criar e nada ‘surgir’, esboçar um sentimento qualquer e parar por ali, querer seguir, terminar o que começou e.... “fim da linha”.
Mas será que o que existe é uma falsa preguiça de criação ou pior, de querer criar. Acho que seria a vontade de criar, de dispor as habilidades para algo, seja o que for, material, intelectual, cultural. Mas o que leva uma pessoa a não querer criar, não dispor seu tempo para algo ‘útil’ (e mesmo que não seja útil, pelo menos que não seja estúpido [e é claro que neste caso o ‘lazer’, é algo a parte]).
Parece que uma das ações que gera tal conseqüência de ocupar-se seja com o que for, ou nem sequer dar o trabalho de fazê-lo (e creio que não se deve confundir a criação/processo criativo com ‘labuta’, mesmo que faça o que gosta, pois apesar de fazer viver da profissão escolhida por conseguir prender-se a ela e dizer ‘gosto do que faço’, em todas as área sempre tem aquele ‘que saco, mais um dia de trabalho’) é o fato de durante a vida [e por favor, se acha que não é assim, que tenha vivido ou visto de modo diferente, comente :D] nunca nos fora aconselhados a fazê-lo. O que mais se vê é o clássico ‘vai lá ver televisão’, afinal, é tão fácil, ligar a TV e deixar o resto por si só [acho que eu tenho mesmo birra com a televisão] e não qualquer palavra de incentivo ou indução para algo ‘menos difícil’.
Todo dia somos apresentados a diversos modos de vida, seja como e qual for e isto interfere em nos mesmos e noutros sem sequer percebermos. E é óbvio que cabe a cada um separar lazer de outras atividades, separar o ‘querer’ do ‘dever’, ninguém pode dizer o que fazer quando o tempo é seu, quando é livre para escolher, mas cabe a cada um saber que certas escolhas refletem em si mesmo e naqueles ao redor mais do que pensamos, então invente, crie, permita-se, não pense com os olhos.
Ps.: Mas não faça como eu, que no meio do filme no cinema procurou caneta e papel pra escrever uma idéia! [Poxa eu ia esquecê-la se não anotasse].
FaBeer
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Sem título [algo sobre mim]
É algo sobre mim, sobre minhas fraquezas. Coisas que incomodam... e sobre coisas que nunca vou entender. Então não comece esta leitura pensando que será um texto interessante “assim como os outros”.
Cansei da minha pseudo-inteligência. Cansei de ser quem eu acho que sou e que estou longe de ser e não ser quem realmente sou [e que aparentemente nunca serei].
Cansei dos olhares sobre o que acham que sou [e detesto ter que tentar explicar sempre. Não vejo a necessidade em tanta curiosidade sobre coisas sem importância, nada relevante] e odeio mais ainda o fato de explicar e não acreditar [nossa, isto me mata].
Cansei de trilhar mais de um caminho [‘santa’ indecisão] e chegar a lugar algum e perceber que nada adianta, pois em algum momento voltei e fiz as mesmas escolhas pensando que desta vez daria certo, afinal, o importante é não desistir, certo?! [já nem sei mais].
Cansei de tentar entender tudo e todos [o que não significa que não desisti das pessoas, algo me diz que devo continuar crente que há algo de bom nelas, o ruim é não conseguir distinguir e o mais importante, não julgar, afinal, somos 6 bilhões e cada um é diferente do outro].
Cansei de como as coisas são e cansei de tudo dizendo como elas devem ser [somos livres ou não?!] e de ver os defensores desta idéia serem os mais hipócritas e sem sequer seguir o mínimo do que diz [ok, redundante não, enfático sim].
Cansei de querer saber sobre muita coisa e nada entender, de achar que sei algo, mas sequer chego perto de uma ínfima parte da sua totalidade, diversos interesses de cultura e não seguir adiante [a culpa é minha ou seria de uma sociedade cujos olhos estão vendados? Esta é fácil de responder: a culpa é toda minha, apenas minha, e eu preciso aprender isto e confesso que não sei como ainda não havia percebido! Acho que são os meus olhos que estão há muito sem enxergar].
Estou perdida. As vezes é necessário não ver e fingir não ver para seguir adiante [infelizmente]. E assim descobrir que faço parte do problema e não da sua solução [e nem sei se consigo mais desviar o meu foco e pensar na sua solução, é difícil prosseguir, nadar, nadar e morrer na praia]. O pior [não encontrei palavra certa para definir isto] é que eu sei que o jogo pode ser revertido. Acho que preciso acreditar mais em mim, notar-me e esquecer o mundo lá fora, só assim mesmo para prosseguir.
FaBeer
Cansei da minha pseudo-inteligência. Cansei de ser quem eu acho que sou e que estou longe de ser e não ser quem realmente sou [e que aparentemente nunca serei].
Cansei dos olhares sobre o que acham que sou [e detesto ter que tentar explicar sempre. Não vejo a necessidade em tanta curiosidade sobre coisas sem importância, nada relevante] e odeio mais ainda o fato de explicar e não acreditar [nossa, isto me mata].
Cansei de trilhar mais de um caminho [‘santa’ indecisão] e chegar a lugar algum e perceber que nada adianta, pois em algum momento voltei e fiz as mesmas escolhas pensando que desta vez daria certo, afinal, o importante é não desistir, certo?! [já nem sei mais].
Cansei de tentar entender tudo e todos [o que não significa que não desisti das pessoas, algo me diz que devo continuar crente que há algo de bom nelas, o ruim é não conseguir distinguir e o mais importante, não julgar, afinal, somos 6 bilhões e cada um é diferente do outro].
Cansei de como as coisas são e cansei de tudo dizendo como elas devem ser [somos livres ou não?!] e de ver os defensores desta idéia serem os mais hipócritas e sem sequer seguir o mínimo do que diz [ok, redundante não, enfático sim].
Cansei de querer saber sobre muita coisa e nada entender, de achar que sei algo, mas sequer chego perto de uma ínfima parte da sua totalidade, diversos interesses de cultura e não seguir adiante [a culpa é minha ou seria de uma sociedade cujos olhos estão vendados? Esta é fácil de responder: a culpa é toda minha, apenas minha, e eu preciso aprender isto e confesso que não sei como ainda não havia percebido! Acho que são os meus olhos que estão há muito sem enxergar].
Estou perdida. As vezes é necessário não ver e fingir não ver para seguir adiante [infelizmente]. E assim descobrir que faço parte do problema e não da sua solução [e nem sei se consigo mais desviar o meu foco e pensar na sua solução, é difícil prosseguir, nadar, nadar e morrer na praia]. O pior [não encontrei palavra certa para definir isto] é que eu sei que o jogo pode ser revertido. Acho que preciso acreditar mais em mim, notar-me e esquecer o mundo lá fora, só assim mesmo para prosseguir.
FaBeer
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Quem disse isto?
Dizer o quê e em que hora?! Pessoas reunidas, conversas rolando, diversos assuntos, uns que todos discutem e outros que corre pelas laterais. Tudo muito bonito, alegria do povo e da galera, na pauta não falta o futebol e as gafes da semana, independente de quem for. Porém, eis que sempre [as vezes custo a acreditar, mas o termo ‘sempre’ é bem válido] alguém tem que falar algo a mais, o que não devia ser dito, abriu a boca e já era.
Falar, comunicar-se, expressar sentimento ou idéia. Faz parte do ser humano querer passar adiante ‘informação’ [e é qualquer informação mesmo], seja qual for: nova coleção de roupa, jogos, música, arte, política, simplesmente tudo. E ainda há aqueles que digam que mulher fala mais, sobre coisas de menos [sim, temos a necessidade de falar, é da nossa natureza, fazer o quê], mas isto não significa que se deve de generalizar e afirmar que todas não sabem o que dizem.
Há também o interesse, falar algo para ver se consegue algum retorno e se sobressair sobre isto [não sei se sou apenas eu, mas detesto isto]. Mas há uma diferença entre ter um retorno por algo de mérito próprio ou só pra chamar atenção. É claro que todos gostam de ver algo reconhecido, mas tem coisas que [por mais amigo que a pessoa seja, é difícil calar-se e não expor a opinião] são ‘meras palavras aleatórias tentando formar uma frase coerente sobre um assunto qualquer’, assunto este sem nexo algum ou já repetido algumas vezes.
Mas será que um bom argumento dos que ‘falam pelos cotovelos’ seria o clássico ‘quem cala consente’? Afinal, por que não dizer agora e deixar passar?! ‘Posso esquecer’ ou ‘posso não ter outra oportunidade’. Argumentos aos montes existem, mas acho que muitos não são válidos [e acho que seja pela razão de ambas as partes concordarem].
Sinto que muitas vezes faço parte da galera que muito fala e nada diz, afinal, adoro conversar [ou seria apenas ‘falar’, algo que esteja mais para um monólogo], mas acho que estou aprendendo a me controlar [sim, é difícil] e me desculpe se alguma vez eu atrapalhei um ótimo momento de silêncio.
FaBeer
Falar, comunicar-se, expressar sentimento ou idéia. Faz parte do ser humano querer passar adiante ‘informação’ [e é qualquer informação mesmo], seja qual for: nova coleção de roupa, jogos, música, arte, política, simplesmente tudo. E ainda há aqueles que digam que mulher fala mais, sobre coisas de menos [sim, temos a necessidade de falar, é da nossa natureza, fazer o quê], mas isto não significa que se deve de generalizar e afirmar que todas não sabem o que dizem.
Há também o interesse, falar algo para ver se consegue algum retorno e se sobressair sobre isto [não sei se sou apenas eu, mas detesto isto]. Mas há uma diferença entre ter um retorno por algo de mérito próprio ou só pra chamar atenção. É claro que todos gostam de ver algo reconhecido, mas tem coisas que [por mais amigo que a pessoa seja, é difícil calar-se e não expor a opinião] são ‘meras palavras aleatórias tentando formar uma frase coerente sobre um assunto qualquer’, assunto este sem nexo algum ou já repetido algumas vezes.
Mas será que um bom argumento dos que ‘falam pelos cotovelos’ seria o clássico ‘quem cala consente’? Afinal, por que não dizer agora e deixar passar?! ‘Posso esquecer’ ou ‘posso não ter outra oportunidade’. Argumentos aos montes existem, mas acho que muitos não são válidos [e acho que seja pela razão de ambas as partes concordarem].
Sinto que muitas vezes faço parte da galera que muito fala e nada diz, afinal, adoro conversar [ou seria apenas ‘falar’, algo que esteja mais para um monólogo], mas acho que estou aprendendo a me controlar [sim, é difícil] e me desculpe se alguma vez eu atrapalhei um ótimo momento de silêncio.
FaBeer
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Todos perguntam...
Rádio ligado, música tocando e, do nada, a mente é invadida por uma nuvem de idéias. Perguntas a serem respondidas, uma questão leva a outra, e mais, mais, mais, mais perguntas e nota-se que tudo estes devaneios foram apenas perguntas.
Parei.
Olhar fixado em um ponto qualquer, sem qualquer intenção de observá-lo. É preciso saber no que pensar, concentrar as idéias, foco. Difícil escolher, as idéias surgem sem que sejam convidadas, atrapalham umas às outras, surgem e desaparecem sem explicação alguma. Concentração, concentração, concentração....... Parou, mas restou uma ainda, uma única: Por que se prender nas perguntas e não nas suas soluções?
Uma vez estava resolvendo [leia-se ‘tentando resolver’] um destes quebra-cabeças. Cinco, dez, trinta minutos, uma hora e nada, até que alguém se aproximou e falou ‘fica difícil executar a tarefa se você se concentrar no problema, devia focar na sua solução’. Como uma simples frase pode mudar muita coisa. Não que antes não se tenha tentado a solução, mas é raro [e mesmo sem pergunta alguma, lá estava eu prendendo-me na questão e não na sua resposta].
De onde vem este súbito de questionar?! Penso eu ‘será que ocorre apenas comigo?’. Que já me acostumei a perguntar, a querer saber motivos que tais questões fluem sem menor esforço? E mais perguntas... Sim, acostumei-me a criar mais perguntas e não pensar nas respostas, não dar atenção à elas, tais que poderiam ser muito mais úteis. Afinal, há tantas perguntas que não tem respostas [lost].
Ver o outro lado fez-me pensar que nem tudo é pergunta. O costume de questionar tudo e achar que o todo precisa ser perfeitamente entendido tornou-me presa a coisas desnecessárias [ou seria um modo de manter a mente sempre atenta a qualquer coisa?!]. Fez-me prestar atenção em coisas mais simples e ver também a resposta de algumas perguntas é questão de tempo [olha, seria este possível tema para um outro post?!]. É claro que ainda há dúvidas sobre certas coisas.
O complicado é saber quando parar para pensar, no que deve prender a atenção e, indo mais além, creio que apenas o que for importante para mim (e sem ser egoísta) e o que também for importante para quem nos é importante, tem sua relevância, já que não basta pensar apenas a si mesmo. Precisamos uns dos outros [mas isto já é tema para um próximo post].
FaBeer
Parei.
Olhar fixado em um ponto qualquer, sem qualquer intenção de observá-lo. É preciso saber no que pensar, concentrar as idéias, foco. Difícil escolher, as idéias surgem sem que sejam convidadas, atrapalham umas às outras, surgem e desaparecem sem explicação alguma. Concentração, concentração, concentração....... Parou, mas restou uma ainda, uma única: Por que se prender nas perguntas e não nas suas soluções?
Uma vez estava resolvendo [leia-se ‘tentando resolver’] um destes quebra-cabeças. Cinco, dez, trinta minutos, uma hora e nada, até que alguém se aproximou e falou ‘fica difícil executar a tarefa se você se concentrar no problema, devia focar na sua solução’. Como uma simples frase pode mudar muita coisa. Não que antes não se tenha tentado a solução, mas é raro [e mesmo sem pergunta alguma, lá estava eu prendendo-me na questão e não na sua resposta].
De onde vem este súbito de questionar?! Penso eu ‘será que ocorre apenas comigo?’. Que já me acostumei a perguntar, a querer saber motivos que tais questões fluem sem menor esforço? E mais perguntas... Sim, acostumei-me a criar mais perguntas e não pensar nas respostas, não dar atenção à elas, tais que poderiam ser muito mais úteis. Afinal, há tantas perguntas que não tem respostas [lost].
Ver o outro lado fez-me pensar que nem tudo é pergunta. O costume de questionar tudo e achar que o todo precisa ser perfeitamente entendido tornou-me presa a coisas desnecessárias [ou seria um modo de manter a mente sempre atenta a qualquer coisa?!]. Fez-me prestar atenção em coisas mais simples e ver também a resposta de algumas perguntas é questão de tempo [olha, seria este possível tema para um outro post?!]. É claro que ainda há dúvidas sobre certas coisas.
O complicado é saber quando parar para pensar, no que deve prender a atenção e, indo mais além, creio que apenas o que for importante para mim (e sem ser egoísta) e o que também for importante para quem nos é importante, tem sua relevância, já que não basta pensar apenas a si mesmo. Precisamos uns dos outros [mas isto já é tema para um próximo post].
FaBeer
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Quem decide o que é notícia?!
Dezenove horas, horário do telejornal. Sentam-se todos em frente ao aparelho televisor para saber o que acontece mundo afora. Fatos em outros países, no Brasil, nos estados e cidades, vê-se a cotação da moeda, operação da bolsa, dicas de beleza (seguido de um sorriso alegre da apresentadora ou apresentador, é claro), economia, esporte, este sempre focado no futebol, sem falar das extensas reportagens, as ditas manchetes.
É claro que hoje, fontes de notícias estão em todos os lugares, e digo que a minha preferência é a internet [nem precisava afirmar isto, mas tudo bem] e o principal motivo, a liberdade de escolha dos assuntos e das fontes. Porém, a notícia falada, o telejornal, ainda é o mais preferido da população [de onde eu tirei isto? Bom, não precisa de pesquisa pra ver que é fato].
Nota-se que a era agora é a da liberdade de expressão, poder falar o que quer e quando quer, prova disto é a imensa quantidade de blog de praticamente tudo que se possa imaginar. E como é de se pensar nem sempre foi assim, a própria historia brasileira tem capítulos onde querer dizer o que pensa era significado de, para alguns, muita coragem, mas para outros, burrice e loucura e medo.
Agora pensando, algumas perguntas surgem, como ‘qual a importância de uma determinada noticia? Se muito do que acontece em algum lugar, já aconteceu ou esta acontecendo em outro?’ [Pode até dizer que estou viajando demais, mas já nesta questão, creio que parte desta resposta seja a própria população, pois ninguém é eterno, coisas acontecerão de novo, mas sempre com algo diferente, entre outroo].
Bom, pensando nisto tudo, em todas as perguntas que poderiam ser feitas volto-me a pergunta principal: Quem decide o que é notícia?
Pereira Jr, 2005, escreve que ‘os noticiários televisivos ocupam papel relevante na imagem que as pessoas constroem da realidade’, já que pelos meios de comunicação descobre o que não acontece logo ali na esquina e pode ver o mundo. O que me leva a pensar que será que pessoas são induzidas a sempre acreditar naquilo que vê?! [sim, pergunta retórica]. Apesar dos telejornais, sites destes mostram as mesmas noticias exibidas na televisão e logo ao lado, escondidinho, encontram-se colunas sobre variados assuntos, porém não menos importante que aqueles de destaque. Sem dizer dos jornais impressos (quase sempre veiculados às emissoras) que também relata as mesmas noticias e outros fatos nos mais logo ali, no canto ou no fim da sessão.
Alguns outros pontos importantes é que a notícia é pura e simples a ponta de um imenso iceberg. Emissoras que tendem a informar, nem todas é claro, também tendem a manter outros patrimônios, como hotéis, condomínios, fazendas e não se fixar em apenas um canal, diversificar os estilos de noticias e programas.
Pensar também no lado do profissional do meio, faz o que gosta e há a necessidade do trabalho [é preciso mesmo? Eu creio que sim]. Entre muitos que nos apresentam o acontecimento agora, há vários que correm pelas laterais sempre buscando relatar fatos menos ‘importantes’ que sempre ficam para a última página ou bloco [e creio serem os mais interessantes], além de blogs e revistas entre outros.
Agora me pergunto, do que adiantou tanta briga pela liberdade de expressão dos meios de comunicação, sendo que muitos destes, antes adeptos a tal causa agora resolver exibir apenas algumas ‘noticias’?! É, tem coisas que eu me esforço, mas muitas vezes prefiro nem entender.
FaBeer
É claro que hoje, fontes de notícias estão em todos os lugares, e digo que a minha preferência é a internet [nem precisava afirmar isto, mas tudo bem] e o principal motivo, a liberdade de escolha dos assuntos e das fontes. Porém, a notícia falada, o telejornal, ainda é o mais preferido da população [de onde eu tirei isto? Bom, não precisa de pesquisa pra ver que é fato].
Nota-se que a era agora é a da liberdade de expressão, poder falar o que quer e quando quer, prova disto é a imensa quantidade de blog de praticamente tudo que se possa imaginar. E como é de se pensar nem sempre foi assim, a própria historia brasileira tem capítulos onde querer dizer o que pensa era significado de, para alguns, muita coragem, mas para outros, burrice e loucura e medo.
Agora pensando, algumas perguntas surgem, como ‘qual a importância de uma determinada noticia? Se muito do que acontece em algum lugar, já aconteceu ou esta acontecendo em outro?’ [Pode até dizer que estou viajando demais, mas já nesta questão, creio que parte desta resposta seja a própria população, pois ninguém é eterno, coisas acontecerão de novo, mas sempre com algo diferente, entre outroo].
Bom, pensando nisto tudo, em todas as perguntas que poderiam ser feitas volto-me a pergunta principal: Quem decide o que é notícia?
Pereira Jr, 2005, escreve que ‘os noticiários televisivos ocupam papel relevante na imagem que as pessoas constroem da realidade’, já que pelos meios de comunicação descobre o que não acontece logo ali na esquina e pode ver o mundo. O que me leva a pensar que será que pessoas são induzidas a sempre acreditar naquilo que vê?! [sim, pergunta retórica]. Apesar dos telejornais, sites destes mostram as mesmas noticias exibidas na televisão e logo ao lado, escondidinho, encontram-se colunas sobre variados assuntos, porém não menos importante que aqueles de destaque. Sem dizer dos jornais impressos (quase sempre veiculados às emissoras) que também relata as mesmas noticias e outros fatos nos mais logo ali, no canto ou no fim da sessão.
Alguns outros pontos importantes é que a notícia é pura e simples a ponta de um imenso iceberg. Emissoras que tendem a informar, nem todas é claro, também tendem a manter outros patrimônios, como hotéis, condomínios, fazendas e não se fixar em apenas um canal, diversificar os estilos de noticias e programas.
Pensar também no lado do profissional do meio, faz o que gosta e há a necessidade do trabalho [é preciso mesmo? Eu creio que sim]. Entre muitos que nos apresentam o acontecimento agora, há vários que correm pelas laterais sempre buscando relatar fatos menos ‘importantes’ que sempre ficam para a última página ou bloco [e creio serem os mais interessantes], além de blogs e revistas entre outros.
Agora me pergunto, do que adiantou tanta briga pela liberdade de expressão dos meios de comunicação, sendo que muitos destes, antes adeptos a tal causa agora resolver exibir apenas algumas ‘noticias’?! É, tem coisas que eu me esforço, mas muitas vezes prefiro nem entender.
FaBeer
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Opinião, cada um tem a sua!
Até onde vai a nossa capacidade de interferir na escolha alheia?! Seja qual for ela!
Quem nunca passou pela situação de ter sua escolha, e muitas vezes o gosto (e creio eu que é o mais acontece) apontado como algo ruim?! Eu particularmente acho que estou no topo desta lista (e acho que isto se deve ao fato da minha cor favorita ser alaranjado). Certa vez, preparando-me para sair, horas pensando no que vestir (coisa de mulher) e ao estar pronta, alguém vira e fala “Mas você vai sair assim?!” e eu na mais paciência que tenho respondo alegremente “Sim” porém, não satisfeita com a singela resposta ainda incremento “Por que, algum problema?”
Certo, mas fato é que isto não apenas acontece ao fazer escolha de roupas, calçados, lugar aonde ir, filme para ver. Acontece também com escolha ‘não-materiais’, escolha feita por você sobre o que você sente, uma atitude a tomar sobre qualquer coisa. Assim, vou além, entrarei no fato de escolhas e ‘princípios’, aqueles que interferem na vida em si, nos caminhos e atitudes.
Pensando no oposto, que atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de dizer algo sobre um pensamento alheio! Muitas vezes acontece sem querer, quando se percebe já falou e pronto, parecer lançado. O real problema vem depois (já até consigo imaginar quando não dei conta do que estava fazendo e ao dizer algo, aquele olhar que nem precisa de palavras me encarava), acontece é claro, mas com o passar do tempo aprende-se a ficar quieto e só ouvir e se quiser falar perguntar ‘ei, posso falar?’.
Pelo lado de detestar o fato de alguém impor opinião sobre algo que EU acho que deve ser de tal modo, não seria de se pensar em saber de outras opiniões, outros pontos de vista?! De pessoas que se conhece há muito e que muitas vezes parece saber melhor de nós mesmos. É claro que não há de querer uma segunda opinião para tudo, mas é fato que sempre há um detalhe que quase nunca vemos e quem esta de fora, na maioria das vezes, o enxerga. Porém não se pode criticar, afinal, estamos cercados de pessoas que querem ajudar. O problema esta mesmo quando se torna insistente e por mais que se diga ‘alô, não precisa mais, entendi’, a ficha não cai, alguém sempre vai continuar falando e por educação você continua ‘ouvindo’.
Sempre que a sua idéia sobre algo muda de forma a fazer o seu caminho mudar, ou apenas fazer um retorno pra ter certeza do que quer, com certeza alguém vai interferir, alguns vão discordar, dizer que é loucura, alguns nada farão por achar que sobre sua vida quem sabe é você, outros já serão mais práticos e apenas dirão o que acha uma única vez e de forma sucinta, afinal, vivemos em uma via de mão dupla.
Gosto deste pensar, do fato que cada um tem ideias distintas sobre a mesma coisa, diversidade. Não dá pra imaginar todos com a mesma opinião sobre tudo (se assim fosse, perderia a graça, já que a beleza esta na enorme diferença), no máximo algumas similaridades. É difícil saber quando interferir, e isto jamais deve ser feito em demasia, é fato que faz parto do ser humano querer opinar, mas não seria melhor antes pensar?! Nem todos têm esta ‘visão’, que a maioria gosta do que escolheu para si, afinal se quisesse algo já teria perguntado! Um dia, quem sabe, cada um fará o que achar melhor somente para si, mas acho que ainda vai demorar muito tempo até isto acontecer.
FaBeer
Quem nunca passou pela situação de ter sua escolha, e muitas vezes o gosto (e creio eu que é o mais acontece) apontado como algo ruim?! Eu particularmente acho que estou no topo desta lista (e acho que isto se deve ao fato da minha cor favorita ser alaranjado). Certa vez, preparando-me para sair, horas pensando no que vestir (coisa de mulher) e ao estar pronta, alguém vira e fala “Mas você vai sair assim?!” e eu na mais paciência que tenho respondo alegremente “Sim” porém, não satisfeita com a singela resposta ainda incremento “Por que, algum problema?”
Certo, mas fato é que isto não apenas acontece ao fazer escolha de roupas, calçados, lugar aonde ir, filme para ver. Acontece também com escolha ‘não-materiais’, escolha feita por você sobre o que você sente, uma atitude a tomar sobre qualquer coisa. Assim, vou além, entrarei no fato de escolhas e ‘princípios’, aqueles que interferem na vida em si, nos caminhos e atitudes.
Pensando no oposto, que atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de dizer algo sobre um pensamento alheio! Muitas vezes acontece sem querer, quando se percebe já falou e pronto, parecer lançado. O real problema vem depois (já até consigo imaginar quando não dei conta do que estava fazendo e ao dizer algo, aquele olhar que nem precisa de palavras me encarava), acontece é claro, mas com o passar do tempo aprende-se a ficar quieto e só ouvir e se quiser falar perguntar ‘ei, posso falar?’.
Pelo lado de detestar o fato de alguém impor opinião sobre algo que EU acho que deve ser de tal modo, não seria de se pensar em saber de outras opiniões, outros pontos de vista?! De pessoas que se conhece há muito e que muitas vezes parece saber melhor de nós mesmos. É claro que não há de querer uma segunda opinião para tudo, mas é fato que sempre há um detalhe que quase nunca vemos e quem esta de fora, na maioria das vezes, o enxerga. Porém não se pode criticar, afinal, estamos cercados de pessoas que querem ajudar. O problema esta mesmo quando se torna insistente e por mais que se diga ‘alô, não precisa mais, entendi’, a ficha não cai, alguém sempre vai continuar falando e por educação você continua ‘ouvindo’.
Sempre que a sua idéia sobre algo muda de forma a fazer o seu caminho mudar, ou apenas fazer um retorno pra ter certeza do que quer, com certeza alguém vai interferir, alguns vão discordar, dizer que é loucura, alguns nada farão por achar que sobre sua vida quem sabe é você, outros já serão mais práticos e apenas dirão o que acha uma única vez e de forma sucinta, afinal, vivemos em uma via de mão dupla.
Gosto deste pensar, do fato que cada um tem ideias distintas sobre a mesma coisa, diversidade. Não dá pra imaginar todos com a mesma opinião sobre tudo (se assim fosse, perderia a graça, já que a beleza esta na enorme diferença), no máximo algumas similaridades. É difícil saber quando interferir, e isto jamais deve ser feito em demasia, é fato que faz parto do ser humano querer opinar, mas não seria melhor antes pensar?! Nem todos têm esta ‘visão’, que a maioria gosta do que escolheu para si, afinal se quisesse algo já teria perguntado! Um dia, quem sabe, cada um fará o que achar melhor somente para si, mas acho que ainda vai demorar muito tempo até isto acontecer.
FaBeer
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Quem é inteligente?
Será que achamos outras pessoas inteligentes porque elas enxergam o que não conseguimos e entendemos ou porque concordam com nosso ponto de vista?
Hoje quando tentava solucionar um simples problema, fazer o que era preciso de um modo prático, pensei por diversas vezes em como solucioná-lo. Já cansada e sem solução aparente eis que aparece alguém e eu, sem esperar qualquer reposta útil que fosse, apresentei o problema. Minha amiga, pessoa a quem perguntei, olhou e logo me disse: “Por que você não faz desta forma?”. Aquilo me deixou atônita por uns instantes.
A suposta solução era ótima. E sem ao mesmo pensar em mais nada respondi: “Obrigada. Você é inteligente.”
Porém ao dar esta resposta à minha amiga outra questão começou a despontar em meus pensamentos: Será mesmo inteligência ou só eu achava isto pois vira algo que não vi?
Questionamento me intrigando e eu comecei a pensar. Poderia buscar diversas pesquisas para saber numericamente e, quem sabe, até com precisão, a resposta para esta pergunta. Mas a intenção por trás da questão é ‘quando alguém é mais do que outro?’ (e, por favor, “mais” não é o mesmo que “melhor”). Quando se tem capacidade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo e mais, fazê-las com eficiência? Ou realizar algo em tempo recorde? Ou conseguir que um maior número de pessoas lhe dê ouvidos?
São inúmeras as hipóteses a serem levantadas, afinal são inúmeras as perguntas sem soluçai e inúmeras a pessoas que podem respondê-la.
Mas afinal, é possível saber quem é ou não mais inteligente? Eu creio que não, pois ninguém sabe tudo, não há ser humano que detém todo o conhecimento uma vez que este é contínuo e como também muitos conceitos podem e são alterados ao longo do tempo. Logo, pode-se dizer que uma das definições de inteligência (e, creio eu, ser uma das mais importantes, senão a mais) é o simples fato de dividir o problema. Mesmo depois de pensar e pesquisar, não abandonar a questão em si, questionar seja a quem for e ouvir o questionado.
FaBeeR
Hoje quando tentava solucionar um simples problema, fazer o que era preciso de um modo prático, pensei por diversas vezes em como solucioná-lo. Já cansada e sem solução aparente eis que aparece alguém e eu, sem esperar qualquer reposta útil que fosse, apresentei o problema. Minha amiga, pessoa a quem perguntei, olhou e logo me disse: “Por que você não faz desta forma?”. Aquilo me deixou atônita por uns instantes.
A suposta solução era ótima. E sem ao mesmo pensar em mais nada respondi: “Obrigada. Você é inteligente.”
Porém ao dar esta resposta à minha amiga outra questão começou a despontar em meus pensamentos: Será mesmo inteligência ou só eu achava isto pois vira algo que não vi?
Questionamento me intrigando e eu comecei a pensar. Poderia buscar diversas pesquisas para saber numericamente e, quem sabe, até com precisão, a resposta para esta pergunta. Mas a intenção por trás da questão é ‘quando alguém é mais do que outro?’ (e, por favor, “mais” não é o mesmo que “melhor”). Quando se tem capacidade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo e mais, fazê-las com eficiência? Ou realizar algo em tempo recorde? Ou conseguir que um maior número de pessoas lhe dê ouvidos?
São inúmeras as hipóteses a serem levantadas, afinal são inúmeras as perguntas sem soluçai e inúmeras a pessoas que podem respondê-la.
Mas afinal, é possível saber quem é ou não mais inteligente? Eu creio que não, pois ninguém sabe tudo, não há ser humano que detém todo o conhecimento uma vez que este é contínuo e como também muitos conceitos podem e são alterados ao longo do tempo. Logo, pode-se dizer que uma das definições de inteligência (e, creio eu, ser uma das mais importantes, senão a mais) é o simples fato de dividir o problema. Mesmo depois de pensar e pesquisar, não abandonar a questão em si, questionar seja a quem for e ouvir o questionado.
FaBeeR
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